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Sala de Imprensa: Notícias 07/03/2018

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Os desafios dos e-commerces em meio aos serviços dos Correios

Um aumento de 8% nas tarifas do frete de encomendas para os objetos postados entre capitais e nos âmbitos local e estadual, foi anunciado na última semana pela empresa


Foto: ACIRS

O reajuste que entrou em vigor na terça-feira,06, preocupa empresários inclusive, no Alto Vale. Isso porque, dependendo do local da entrega esse percentual chega a 51%.

Segundo o integrante do Núcleo de E-commerce da ACIRS, Jean Carlos Hoffmann, a elevação na taxa atrelada à mudança que os Correios fizeram nos prazos de entrega, no início do ano, prejudica muito o comércio eletrônico. “Nós no Alto Vale estamos propensos a perder muitas vendas. Isso porque, agora o Correio só garante o tempo de entrega para as mercadorias que são enviadas pela modalidade expressa”.

O empresário acredita que com essas mudanças promovidas pelos Correios, só abrirá espaço para que outras modalidades de entrega possam expandir no país.

O frete é uma das questões que mais causam transtornos neste mercado. De acordo com a pesquisa de “Logística no E-commerce 2017”, realizada pela ABComm, ele é o maior responsável pelos custos logísticos na atividade, (58,1%).

Ainda segundo a pesquisa, a falta de infraestrutura no sistema viário, segurança e o trânsito caótico elevam os custos e os transtornos nas entregas. Afetando diretamente no consumir, que precisa pagar um valor mais alto nos produtos para suprir essa necessidade.

Empresas protestam

A notícia do reajuste foi recebida com protestos pelos e-commerces. Entre eles o Mercado Livre e a Netshoes que lançaram a campanha #FreteAbusivoNão contra o aumento da tarifa e questionam o percentual nos serviços quando, a inflação anual ficou em torno de 3%.

Segundo um levantamento feito pelo Mercado Livre, o frete brasileiro será 42% mais caro que o argentino, 160% que o mexicano e 282% maior que o serviço de entregas da Colômbia.

Em nota, os Correios afirmam que esse é apenas um reajuste anual para suprir os custos que possuem com: mão de obra, transporte, entre outros. “Cabe ressaltar que o reajuste não é para o e-commerce, mas para os serviços de encomendas dos Correios, também utilizados pelo e-commerce. Trata-se de uma revisão anual, a exemplo do previsto em contrato. A definição dos preços é sempre baseada no aumento dos custos relacionados à prestação dos serviços”.

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